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domingo, 20 de janeiro de 2008

Mais um orgulho para a cultura nacional > a dança do créu.

A nossa coletividade, digamos assim, popular, agora elegeu o hit do verão, com direito a coreografia.

A dança do créu.

É o supra-sumo do resume pictórico do bom gosto, da suavidade lírica e da espetacular harmonia coreográfica que nossos conterraneos são capazes de criar.

O brasileiro médio agora resolveu ilustrar com o próprio corpo o que o Estado faz com ele. Pois aí temos a constatação de como a nossa maioria vai pela vida: dançam o créu, furam a fila, votam em Lula e ainda não descobriram a função do semáforo vermelho.

Enquanto os governos não investirem em políticas sérias para a educação pública, não poderemos esperar nada muito além do que temos. Mas não há no Brasil projetos de Estado, apenas maquinações de governo. Notem que até as logomarcas que identificam o poder federal, estatal e municipal mudam a cada mandato, não há continuidade sequer da identificação do rosto governamental.

Pois é.

Alguns são ateus, muitos são filhos de Deus, mas a maioria é filho do créu mesmo.

Amém, Banânia.

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