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domingo, 12 de julho de 2009

poemasmeus663

quisera eu ser teu sétimo véu
ultimíssimo;

dança-me tudo dentro,
move meu ar guardado,
volta e brilha na boca
tua estrela compartilhada;

onde há tempestade de olhos
há amor de semente acolhida;

é assim no ar que vejo:
tem respiros de querência
na fonte esperada de toda
calma nossa.

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